As paredes parecem cada vez maiores, enquanto o espaço se aperta aos poucos. Lentamente o ar começa a se esvair e sinto que começo a sufocar. A minha opinião tem a mesma importância que a opinião de um peixe sobre ser tirado do mar a força: ninguém liga. Aos poucos o meu quarto começa a refletir minha mente: cada vez mais cheio, cada vez mais apertado. Cada vez mais sem mim. A única certeza que tenho? O fim.


Eu sempre tive essa sensação de vazio, de não pertencer aos lugares. Eu sempre tive essa sensação de que eu não era parte de algo, que eu não me encaixava nos lugares. Há pouco mais de um ano eu conheci algumas pessoas, e essas pessoas me fizeram mudar de ideia. Eu me sinto parte de algo pela primeira vez na vida, e achei interessante compartilhar isso aqui. Pela primeira vez em treze anos eu sinto que posso descer escadas ao som de música mexicana ou que posso jogar pipoca pra cima no meio de um filme de terror, porque eu tenho os amigos mais estranhos do mundo, e infelizmente todos nós nos completamos de certa forma.

Hello, Tom.
I’m kinda late but I think my desires are still valid. It’s been a long time since the day that I felt in love with the person you are, your work and the way you smile. You are amazing. Each thing you do seems perfect. I love how you have this sense of morals and ethics and manages to be funny without being inconvenient. Every time I see you on the screen in one of your works all around me goes away. It’s like only you exist in the world, as if only the story you present here mattered. And that feeling is magical because only happened to me with three persons. I do appreciate your values, and your moral and you makes me wanna be a better person. With you I learned to follow my dreams and it’s amazing how you’re lovely in all aspects. I know you have your failures, and I know I’ll probably never see you. But only see a picture of you smiling or hear your voice is enough for me, because I know that you exist. A year and eight months (almost nine!) I knew you work and this was one of the best days of my life, because I deposited all my good feelings in someone. You have my admiration, my respect and I can say without a doubt (and proudly) that I am proud of you. Happy birthday, Thomas William Hiddleston.
↳ les miserables ensemble cast
part two: the poor
Apresento-vos a atualização mais dramática deste blog. Olá.
Antes de tudo, quero que entenda que não gosto de você. Eu gosto do seu abraço.
Eu não sou uma daquelas meninas que querem buquês de flores, mas eu gosto do seu abraço.
Eu não preciso de uma caixa de chocolates ou de uma declaração de amor na frente de todo mundo, eu só quero um abraço. Eu só quero o seu abraço. Sim, isso é ridículo e errado de tantas maneiras que eu poderia passar três dias explicando como é impraticável. Entenda que eu podia me apaixonar por você, pelo seu sorriso de lado (que eu adoro), pelo seu cabelo (bom de fazer cafuné) ou pela sua voz arrastada (ela é linda). De todos seus atributos eu me apaixonei logo pelo que eu não posso ter sempre, que é seu abraço.
Eu gosto de como você é parecido comigo em vários aspectos, mas é diferente em vários outros. Seria loucura dizer que eu gosto até do seu gosto musical? Bom, eu adoro. Eu adoro o modo como você consegue falar tudo que eu preciso ouvir em (quase) todas situações. Sua cara de sono é a primeira coisa que procuro. Eu preciso dessa cara de sono pra ser feliz, entende? Isso me assusta pra caralho porque eu nem sei direito sua cor preferida.
Eu adoro suas ideias e como você consegue expressar cada uma delas de um jeito único e seu. Quando você vai defender algum de seus ideais você faz de um modo tão característico que quase grita o seu nome. Tudo em você é gritante, querido. Mas se tem algo que grita em você, é seu abraço.
